Cibersegurança Segurança da Informação

Os 5 níveis de Segurança da Informação: Nível 2 – Segurança de Endpoint/Antivírus

Apesar de parecerem semelhantes, a segurança de endpoints e antivírus tem funcionalidades e propósitos diferentes, não apenas sendo nomes atualizados de versões diferentes, como muitos acreditam ser.

Quando falamos da segurança de endpoint, há um comportamento diferente em relação aos antivírus tradicionais, que de maneira proativa, ataca as possíveis ameaças antes mesmo que elas ocorram.

Dessa forma, além de controlar os dispositivos conectados com a rede individualmente, o endpoint é capaz de oferecer maior segurança.

As aplicações de antivírus tradicionais detectam os vírus por meio de uma base de dados de padrões que se repetem quando algo é disparado na rede, o que pode levar muito tempo para que o processo de cruzar informações em um banco de dados seja realizado.

Já o endpoint, realiza esse processo através de machine learning, que se adapta e aprende a cada vez que é necessário proteger o dispositivo. Logo, atua em tempo real, deixando dinâmico o suficiente para que seja eliminado antes mesmo de chegar na máquina.  

Sendo assim, o endpoint pode defender mais tipos de ataques que os antivírus, atualmente, não conseguem alcançar. Na prática, as máquinas com antivírus podem ser mais vulneráveis em comparação com as que possuem instalado o endpoint. 

No entanto, existem prós e contras de ambas as partes. Quer saber quais são?

Endpoint

Pensada para atuar em grandes empresas, a segurança por endpoint funciona em tempo real, junto a todas as conexões realizadas em uma determinada rede corporativa.

Com diversas tecnologias das mais utilizadas para segurança de rede, o endpoint possui funcionalidades como: criptografia, firewall, monitoramento de aplicações e redes, além de proteção contra os mais perigosos ataques (vírus, spywares e malwares).

Apesar de ser necessária sua instalação no dispositivo, o Endpoint Security tem uma estação central à parte, que está atenta a todos os equipamentos que possuem o software instalado.

Assim, com duas etapas de segurança entre o gerenciador centralizado de segurança e o software, há a organização em um amplo painel de controle contra possíveis ataques de todos àqueles conectados na rede.

O endpoint, por possuir diversos recursos de segurança a mais que um antivírus e ser destinado majoritariamente às empresas, tem um custo maior que o concorrente, o que pode afastar alguns tipos de usuários que desejam uma segurança maior em sua rede. Porém, como é uma tecnologia relativamente nova, tende a se tornar cada vez mais acessível.

Antivírus

O antivírus realiza a inspeção nos arquivos do dispositivo no qual possui seu software instalado, sendo, na maioria das vezes, uma assinatura paga para remover diversos ataques que podem ocorrer.

Para isso, o antivírus monitora e avisa o usuário, caso algo suspeito surja, já reparando, deletando ou colocando em quarentena o malware que foi encontrado.

Nos últimos tempos, os antivírus ganharam cada vez mais usuários e teve grande importância, para que muitos não tivessem informações violadas em seus dispositivos.

Como tudo em computação é maleável, os antivírus estão cada vez mais ineficazes contra alguns tipos de ataques, que entram na rede por meio de criptografia para que o usuário não perceba. Essa versão, em específico, é mais difícil de ser detectada pelo antivírus devido às suas limitações técnicas, o que pode prejudicar os seus usuários.

Quando comparado com o endpoint, o antivírus possui a desvantagem de detectar a presença de um malware depois que ele já está no dispositivo, gerando dados e possíveis perdas de arquivo. Esse é um fato que não ocorre com o endpoint visto que, antes mesmo do ataque ser executado, o usuário é alertado e a ameaça bloqueada pela central de controle, melhorando, assim, a sua experiência e evitando transtornos.

Qual escolher: Endpoint ou Antivírus?

É preciso ressaltar que, o endpoint é uma evolução dos antivírus comuns, por ter várias outras funcionalidades de segurança além de apenas eliminar malwares. Isso permite às grandes corporações que, geralmente, são visadas em seus dados, manter as aplicações seguras e livres de ameaças.

Entre as duas modalidades, é fato que o Endpoint Security é mais eficiente, por ser mais abrangente aos tipos de ataques em que é compatível, sendo a solução que promove mais segurança atualmente. Já os antivírus possuem uma segurança superficial, com eficácia apenas para ataques mais simples, não sendo suficiente para aqueles que exigem tecnologia superior.

Inevitável é que, para um negócio evoluir e seguir com sustentabilidade, a cibersegurança deve estar presente na prevenção da violação de dados, tanto por parte da empresa quanto dos usuários, que podem impactar resultados e gerar sanções jurídicas. 

Por fim, é necessário citar o quanto as aplicações estão cada vez mais suscetíveis a ataques de hackers e, para isso, é necessário preparar e assegurar seus dados. Sendo assim, a união de ambas as plataformas é fundamental, inclusive diversas empresas já oferecem essa opção. 

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Sobre o Autor

Leandro Lima
Leandro Lima
Leandro Lima é entusiasta da Computação em Nuvem e apaixonado por disseminar conhecimento sobre inovação e novas tecnologias. Especialista em Cibersegurança e Cloud Computing Atualmente exerce a função de Head de Tecnologia e Transformação Digital na DCIT TECNOLOGIA. Possui mais de 25 certificações profissionais em TI, dentre elas, Cisco CCNA / CCNP / ITIL / AWS Technical Professional / AWS Business Professional e AWS Solutions Architect Associate.